Aqui procurarei depositar retalhos de Estórias e da História de Mossâmedes (Moçâmedes, actual Namibe), uns, resgatados às páginas de antigos livros e documentos retirados das prateleiras de alfarrabistas, ou rebuscados no interior de bibliotecas, reais e virtuais... e ainda outros, fundados em testemunhos de vivos e experiências vividas. Porque é nas estórias e na História, naquilo que de melhor ou pior aconteceu, que devemos, todos, portugueses e angolanos, europeus e africanos, buscar ensinamentos, para que, não repetindo os erros do passado, sejamos capazes de nos relançar e progredir no futuro, enquanto pessoas e cidadãos. Citando o Padre Ruela Pombo (*): "Os mortos guiam os vivos!... É verdade: sem freio nem chicote...O passado impõe-se ao presente, e garante o futuro.O homem egoísta é inimigo do verdadeiro Progresso e prejudicial à Sociedade. É esta a minha ...ilusão!"



(*) in
“Paulo Dias de Novais e a Fundação de Luanda – 350 anos depois...”, 2 de Dezembro de 1926 – Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa, Portugal












domingo, 7 de outubro de 2012

O prolongamento dos Caminhos de Ferro de Moçâmedes , no troço Sá da Bandeira / Chibia: AUTO de 26 de Julho de 1948




Auto  assinado em 26 de Julho de 1918, pelo Governados Geral de Angola, Agapito da Silva Carvalho, que deu início ao prolongamento dos Caminhos de Ferro de Moçâmedes , no troço Sá da Bandeira / Chibia

 




http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1953/N1577/N1577_master/GazetaCFN1577.pdf.

1 comentário:

  1. Olá Maria Jardim

    Há um erro na data no título do post: a data correcta é 26 de Julho de 1948.

    Obrigado por postar este documento. Há muito que eu queria saber quando é que teria tido início a construção do troço Sá-da-Bandeira/Chibia. Saberá dizer-me quando é que se deram por concluídos os trabalhos? e quais as estações e apeadeiros?

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