Igreja de São Pedro, na cidade de Moçâmedes, actual NAMIBE. em Angola
"De expressão moderna, com volumes de silhueta triangular, em articulação com um expressivo corpo tronco‐cónico em betão aparente, onde se rasgam pequenos vãos de modo irregular, no tipo da Igreja de Romchamp, por Le Corbusier. Foi projectada pelo arquitecto Luís Taquelim na década de 1960."
José Manuel Fernandes
OLHAR A IGREJA DE S. PEDRO DE MOÇÂMEDES/NAMIBE, SOB UMA PERSPECTIVA DIFERENTE...
Regra geral, olhamos superficialmente os edifícios, sofremos o impacto daquilo que eles a nossos olhos representam, gostamos, não gostamos, fazemo-lo empiricamente, apoiados exclusivamente na experiência e na observação, sem quaisquer análises estética ou ideológica do edifício em si, sem nos preocuparmos com contextos históricos, com correntes arquitectónicas, com aquilo que eles de facto representam, a menos que tenhamos uma formação académica ligada às coisas da arquitectura, ou que a curiosidade nos leve à pesquisa,
A Igreja de São Pedro na cidade de Moçâmedes, Namibe, Angola, projectada pelo arquitecto Luís Taquelim na década de 1960, tem algo mais a transmitir que um simples olhar para a sua fachada. Ela segue a arquitectura modernista da Igreja Notre-Dame du Haut (Nossa Senhora das Alturas), mais comumente Igreja de Ronchamp, de Paris, projectada por Le Corbusier, considerado o farol da modernidade, reconhecido por alguns dos cometimentos arquitetónicos mais extraordinariamente significativos do século XX, decisivos para o desenvolvimento da arquitectura da segunda metade do século. E isso devia ser um orgulho para nós.
Como Ronchamp, a Igreja de S Pedro, também ela pode ser descrita pela sua fachada, "...paredes em ângulos rectos, curvos, a um tempo triangular, redonda, alongada, baixa, alta, vasta, fechada, aberta sobre exterior, com pequenas janelas irregulares que permitem e penetração de jogos de volumes de luz, etc etc."
Não queremos terminar sem integrar aqui um texto relacionado com o projecto desta nova Igreja, então ainda a construir, de acordo com o plano de urbanização da cidade de Moçâmedes, aprovado pelo Ministro do Ultramar, Sr. Comandante Sarmento Rodrigues. Reproduziremos, para tal, a crónica da Agência Geral do Ultramar, distribuída pela Casa da Metrópole de Luanda e publicada no Diário de Luanda de 19 de Janeiro de 1952.
"A fachada principal do novo templo, de grande beleza arquitectónica, apresenta dois baixos-relevos com cenas da vida de S. Pedro, e é dominada por uma cruz alta, de bronze, iluminada com tubos de neon que projectarão um cruzeiro com 14 metros e 50.
"A nova Igreja, em cuja planta foram rigorosamente observados os preceitos litúrgicos, tem a configuração de cruz latina. De nave única, permite, de qualquer ponto do seu interior, uma visão perfeita sobre o altar-mor, destacando-se, entre outros pormenores, a localização do baptistério, de forma a que o neófito não entre na Igreja antes de baptizado, e a da câmara mortuária, com entrada independente, o que permite a normal celebração do acto do culto.
"Tanto a escultura, como a pintura a fresco, contribuem para realçar a beleza do magnífico conjunto arquitectónico, dando-lhe a dignidade e imponência próprias do elevado fim a que se destina esta nova obra. No topo de uma das naves haverá um carrilhão e um indicador das condições atmosféricas, de grande utilidade, especialmente para a população piscatória da cidade, e na torre um relógio e um sino de grandes dimensões.
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Apreciemos então agora a Igreja Ronchamp, construída na década de
1950 no alto de uma colina vasta e verdejante, a sudeste de Paris, que
veio ocupar um lugar desde há muito de peregrinação católica, que fora
destituído de seu principal símbolo de comunhão, a sua Igreja, atingida
por um bombardeamento alemão, no Outono de 1944. Este edifício já havia
substituído outro anterior, destruído por um incêndio em 1913. Ronchamp
foi depredada numa tentativa de furto e sofreu um dano irreparável, o
único vitral assinado pelo grande mestre foi completamente destruído.
Desenhada para "criar um local de silêncio, oração, paz e alegria interior", segundo Le Corbusier, o pai do modernismo, a Igreja Ronchamp foi classificada como monumento histórico em 1967, e atrai anualmente cerca de 80 mil turistas. Foi uma obra polémica, tanto por parte dos arquitectos, quanto pelo público, quer em relação à plasticidade, quer a outros aspectos, Uns viram em Ronchamp um indício da crise do racionalismo. Outros viram um regresso ao passado. Na verdade, com Ronchamp, a reprodutividade e a estandardização cedem espaço à experiência singular, a Arquitectura e a História relacionam-se, ergue-se o valor da dimensão simbólica, social e cultural.
De um branco brilhante em seus muros externos, paredes grossas e curvilíneas, a um tempo quadrada e redonda, alongada e contida, baixa e alta, vasta e aberta sobre o exterior, com pequenas janelas irregulares que permitem o jogo dos volumes sobre a luz, qualidades que se evidenciam na Igreja de S. Pedro de Moçàmedes, eis da Igreja Ronchamp algumas fotos:
Igreja Notre-Dame du Haut (Nossa Senhora das Alturas), mais comumente Igreja de Ronchamp, projectada por Le Corbusier, considerado o farol da modernidade
Perspectiva do interior da Igreja Notre-Dame du Haut (Nossa Senhora das Alturas), Igreja de Ronchamp.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes, Namibe. Perspectivas.
OLHAR A IGREJA DE S. PEDRO DE MOÇÂMEDES/NAMIBE, SOB UMA PERSPECTIVA DIFERENTE...
Regra geral, olhamos superficialmente os edifícios, sofremos o impacto daquilo que eles a nossos olhos representam, gostamos, não gostamos, fazemo-lo empiricamente, apoiados exclusivamente na experiência e na observação, sem quaisquer análises estética ou ideológica do edifício em si, sem nos preocuparmos com contextos históricos, com correntes arquitectónicas, com aquilo que eles de facto representam, a menos que tenhamos uma formação académica ligada às coisas da arquitectura, ou que a curiosidade nos leve à pesquisa,
A Igreja de São Pedro na cidade de Moçâmedes, Namibe, Angola, projectada pelo arquitecto Luís Taquelim na década de 1960, tem algo mais a transmitir que um simples olhar para a sua fachada. Ela segue a arquitectura modernista da Igreja Notre-Dame du Haut (Nossa Senhora das Alturas), mais comumente Igreja de Ronchamp, de Paris, projectada por Le Corbusier, considerado o farol da modernidade, reconhecido por alguns dos cometimentos arquitetónicos mais extraordinariamente significativos do século XX, decisivos para o desenvolvimento da arquitectura da segunda metade do século. E isso devia ser um orgulho para nós.
Como Ronchamp, a Igreja de S Pedro, também ela pode ser descrita pela sua fachada, "...paredes em ângulos rectos, curvos, a um tempo triangular, redonda, alongada, baixa, alta, vasta, fechada, aberta sobre exterior, com pequenas janelas irregulares que permitem e penetração de jogos de volumes de luz, etc etc."
.............................................................................................................................................................................A A Igreja de S. Pedro foi construída na fase final do Estado Novo, ela
faz parte do conjunto de edifícios modernos
que vieram romper com numa época em que a arquitectura portuguesa
esteve condicionada pela vontade do Estado e da ditadura vigente, que se
impunha ao nível do gosto e da estética dos cidadãos, fazendo com que
os arquitectos lusos não acompanhassem o desenvolvimento da
arquitectura europeia ou mesmo mundial, com reflexos no urbanismo.
Este é um tema pouco debatido, porquanto a arquitectura moderna
acabaria por ser desenvolvida nas antigas colónias, durante a vigência
do Estado
Novo, quando na Metrópole a arquitectura era ainda usada como
instrumento de propaganda do Regime. Portugal dava os primeiros passos
para entrada na modernidade em termos de arquitectura, quando uma
viragem aconteceu, imposta pelo Estado Novo, rumo a uma produção
de características nacionalistas e monumentais, que ficou para sempre
denominada "Português Suave", e que ficou marcada com a grande
Exposição do Mundo Português em 1940. Logo em 1941 é apresentada, em
Lisboa, a Exposição da Moderna Arquitectura Alemã, organizada pelo
arquitecto Albert Speer, o preferido de Hitler. Os arquitectos que
anos antes tinham seguido os princípios do Movimento Moderno passaram,
salvo raras excepções, a instrumentos da criação dos modelos da
ditadura, centralizados no Ministério das Obras Públicas, e controlados
pelo ministro Duarte Pacheco. Desde então, os edifícios públicos
(universidades,
cine-teatros e tribunais) aproximavam-se dos exemplos alemães e
italianos da época, com um forte carácter monumental e clássico, cujo
objectivo era transmitir aos cidadãos a ideia de autoridade e ordem.
Nos edifícios de menores dimensões nas pequenas cidades era escolhida
uma arquitectura mais regional (escolas primárias, pousadas, edifícios
dos Correio, da Caixa Geral de Depósitos e nos bairros de habitação
social). Em Lisboa raros arquitectos se opunham às imposições do Estado
Novo. Na cidade do Porto, ao nível das escolas os adeptos do regime,
conseguiam inda assim manter
uma postura mais liberal, incentivando os alunos a descobrirem outros
caminhos na arquitectura em constante mutação, mas foi com o fim da II
Guerra
Mundial, em 1945, e a consequente queda do regime nazi, que Salazar foi
proporcionando uma maior abertura no campo cultural. O Congresso
Nacional de Arquitectura, em 1948, promovido pelo
Governo para
celebrar os “15 Anos de Obras Públicas” foi o início da contestação da
classe de arquitectos. Deste então começou a emergir uma geração jovem
de
arquitectos com vontade e coragem para enfrentar as imposições do Estado
Novo, reivindicando os princípios do Movimento Moderno. Ao longo dos
anos 1950 assiste-se a uma progressiva
libertação da arquitectura portuguesa que se vai aproximando dos
circuitos internacionais. Um acrescento para referência aqui do
edifícios dos Correios de Moçâmedes, erguida em finais dos anos 1940,
inicio dos anos 1950, que se enquadra nesse tipo de arquitectura mais regional do estilo "Português Suave" , estilo mais tarde bastante valorizado.
A Igreja de S. Pedro de Moçâmedes enquadra-se pois, nessa dinâmica que
veio romper com a tradição
estado-novista, e em simultâneo com a arquitectura eclesiástica
ligada ao
dogmatismo religioso, opostas à linguagem moderna de Le Corbusier, que
se veio a revelar em terras da África portuguesa, pela mão de alguns
arquitectos que para lá "emigraram", munidos de uma nova visão,
fortemente influenciada o advento do modernismo, e pela produção da
arquitectura brasileira, mais internacional bem acolhida junto das
novas gerações mais libertos de condicionalismos ideológicos. Até
porque do ponto de vista climático o Brasil era
semelhante ao continente africano, os arquitectos podiam dispor de
soluções e técnicas já
experimentadas facilmente transpostos para o novo contexto. Em Angola
construíram-se inúmeros edifícios modernos, acontecendo porém que
décadas após a independência, aquele que era
provavelmente o mais emblemático de todos, o Mercado do Kinaxixe em
Luanda, acabaria demolido, talvez por ignorância do seu verdadeiro valor
para a História da Arquitectura das cidades, para no seu lugar
nascer um centro comercial com seis pisos e
duas torres. Uma perda irreparável. Com a independência, em 1975, a
generalidade dos
arquitectos modernistas regressaram a Portugal, mas alguns partiram para
o Brasil,
estabelecendo a sua actividade naquele país.
Em Moçâmedes/Namibe, esse "modernismo tropical" para além da Igreja de S. Pedro, deixou algumas outras obras de um modernismo de ponta que muito dignifica aquela cidade, quer por aquilo que representam do ponto de vista histórico-ideológico, quer pela contribuição estilística para a paisagem urbana: Mercado Municipal, o Impala Cine, o Cinema inacabado, os que melhor recordo, se não os únicos.
Em Moçâmedes/Namibe, esse "modernismo tropical" para além da Igreja de S. Pedro, deixou algumas outras obras de um modernismo de ponta que muito dignifica aquela cidade, quer por aquilo que representam do ponto de vista histórico-ideológico, quer pela contribuição estilística para a paisagem urbana: Mercado Municipal, o Impala Cine, o Cinema inacabado, os que melhor recordo, se não os únicos.
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Não queremos terminar sem integrar aqui um texto relacionado com o projecto desta nova Igreja, então ainda a construir, de acordo com o plano de urbanização da cidade de Moçâmedes, aprovado pelo Ministro do Ultramar, Sr. Comandante Sarmento Rodrigues. Reproduziremos, para tal, a crónica da Agência Geral do Ultramar, distribuída pela Casa da Metrópole de Luanda e publicada no Diário de Luanda de 19 de Janeiro de 1952.
"A fachada principal do novo templo, de grande beleza arquitectónica, apresenta dois baixos-relevos com cenas da vida de S. Pedro, e é dominada por uma cruz alta, de bronze, iluminada com tubos de neon que projectarão um cruzeiro com 14 metros e 50.
"A nova Igreja, em cuja planta foram rigorosamente observados os preceitos litúrgicos, tem a configuração de cruz latina. De nave única, permite, de qualquer ponto do seu interior, uma visão perfeita sobre o altar-mor, destacando-se, entre outros pormenores, a localização do baptistério, de forma a que o neófito não entre na Igreja antes de baptizado, e a da câmara mortuária, com entrada independente, o que permite a normal celebração do acto do culto.
"Tanto a escultura, como a pintura a fresco, contribuem para realçar a beleza do magnífico conjunto arquitectónico, dando-lhe a dignidade e imponência próprias do elevado fim a que se destina esta nova obra. No topo de uma das naves haverá um carrilhão e um indicador das condições atmosféricas, de grande utilidade, especialmente para a população piscatória da cidade, e na torre um relógio e um sino de grandes dimensões.
Sobre o projecto da nova Igreja de Moçâmedes, aprovado pelo
Ministro do Ultramar, Comandante Sarmento Rodrigues,
conforme referido pelo Dr Manuel Júlio de Mendonça Torres, in
"Conspecto Imobiliário do Distrito de Moçâmedes nos anos 1860 a 1879" reproduziremos
a crónica da Agência Geral
do Ultramar, distribuída pela Casa da Metrópole de Luanda e publicada no
Diário de Luanda de 19 de Janeiro de 1952:
"...Tendo-nos referido, no presente trecho deste capítulo, ao edifício actual da Igreja Matriz, parece-nos acertado descrever o concebido projecto da nova igreja a construir, em local indicado, no plano de urbanização da cidade, que já foi aprovado pelo Ministro do Ultramar, Sr. Comandante Sarmento Rodrigues.
"A fachada principal do novo templo, de grande beleza arquitectónica, apresenta dois baixos-relevos com cenas da vida de S. Pedro, e é dominada por uma cruz alta, de bronze, iluminada com tubos de neon que projectarão um cruzeiro com 14 metros e 50.
"A nova Igreja, em cuja planta foram rigorosamente observados os preceitos litúrgicos, tem a configuração de cruz latina. De nave única, permite, de qualquer ponto do seu interior, uma visão perfeita sobre o altar-mor, destacando-se, entre outros pormenores, a localização do baptistério, de forma a que o neófito não entre na Igreja antes de baptizado, e a da câmara mortuária, com entrada independente, o que permite a normal celebração do acto do culto.
"Tanto a escultura, como a pintura a fresco, contribuem para realçar a beleza do magnífico conjunto arquitectónico, dando-lhe a dignidade e imponência próprias do elevado fim a que se destina esta nova obra. No topo de uma das naves haverá um carrilhão e um indicador das condições atmosféricas, de grande utilidade, especialmente para a população piscatória da cidade, e na torrem um relógio e um sino de grandes dimensões.
Boletim Geral do Ultramar . XXX - 348 e 349
PORTUGAL. Agência Geral do Ultramar.
Nº 348-349 - Vol. XXX, 1954, 289 pags.
PORTUGAL. Agência Geral do Ultramar.
Nº 348-349 - Vol. XXX, 1954, 289 pags.
Pesquisa e texto de MariaNJardim
http://memoria-africa.ua.pt/Library/ShowImage.aspx?q=/BGC/BGU-N348-349&p=109
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.058/485
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Desenhada para "criar um local de silêncio, oração, paz e alegria interior", segundo Le Corbusier, o pai do modernismo, a Igreja Ronchamp foi classificada como monumento histórico em 1967, e atrai anualmente cerca de 80 mil turistas. Foi uma obra polémica, tanto por parte dos arquitectos, quanto pelo público, quer em relação à plasticidade, quer a outros aspectos, Uns viram em Ronchamp um indício da crise do racionalismo. Outros viram um regresso ao passado. Na verdade, com Ronchamp, a reprodutividade e a estandardização cedem espaço à experiência singular, a Arquitectura e a História relacionam-se, ergue-se o valor da dimensão simbólica, social e cultural.
De um branco brilhante em seus muros externos, paredes grossas e curvilíneas, a um tempo quadrada e redonda, alongada e contida, baixa e alta, vasta e aberta sobre o exterior, com pequenas janelas irregulares que permitem o jogo dos volumes sobre a luz, qualidades que se evidenciam na Igreja de S. Pedro de Moçàmedes, eis da Igreja Ronchamp algumas fotos:
Igreja Notre-Dame du Haut (Nossa Senhora das Alturas), mais comumente Igreja de Ronchamp, projectada por Le Corbusier, considerado o farol da modernidade
Perspectiva do interior da Igreja Notre-Dame du Haut (Nossa Senhora das Alturas), Igreja de Ronchamp.
Pesquisa e texto por MariaNJardim
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