ESTE
Esta foto, tirada em Moçâmedes, Angola, no final da década de 1920, na Torre do Tombo/Moçâmedes, onde se encontram elementos de várias famílias interligadas por laços de consaguinidade, laços esses resultantes, por vezes, de casamentos entre membros de uma família, facto normal em cidades pequenas e de pouca mobilidade, revela uma ambiência familiar muito próxima, que o rolar dos tempos iria diluir...
Esta foto, tirada em Moçâmedes, Angola, no final da década de 1920, na Torre do Tombo/Moçâmedes, onde se encontram elementos de várias famílias interligadas por laços de consaguinidade, laços esses resultantes, por vezes, de casamentos entre membros de uma família, facto normal em cidades pequenas e de pouca mobilidade, revela uma ambiência familiar muito próxima, que o rolar dos tempos iria diluir...
Ou seja, em Moçâmedes por este tempo formavam-se redes de famílias coesas, era normal o casamento entre primos e primas, até de duas irmãs de uma família com dois irmãos da outra familia, e vice-versa, o que tinha a
ver com o escasso número da população e a falta de mobilidade das
pessoas para outras terras; era uma situação muito comum em terras de Moçâmedes até meados do século XX. Sá da Bandeira ficava a 200 quilómetros de
Moçâmedes, o comboio só lá chegou em 1923. O isolamento era quase total.
E mesmo após 1923 e até meados do século, a mobilidade era muito
pouca, uma vez que não existiam as pontes sobre o rio Bero, as estradas eram de má qualidade, o comboio o "camacouve" ronceiro e moroso, a bitola estreita demais, as pessoas por vezes eram obrigadas a sair das carruagem , para a locomotiva ganhar fiorça na subida, enfim, uma Chela plena de ratoeiras, num tempo de raros automóveis, em que viajar era luxo de alguns, e a caristia da vida não
permitia aos residentes grandes vôos. Tudo isso obrigava a um certo recolhimento no terreno, a uma endogamia, a juntar ao facto de nos primeiros tempos do Estado Novo terem sido introduzidas as "Cartas de Chamada" como uma obrigação, a quem da metrópole quisesse migrar para as colónias de África, facto que dificultava a vinda de novos moradores. Por esse vazio de gentes (em 1920 o distrito de Moçâmedes contava apenas com cerca de 2000 habitantes), é que se dizia que em
Moçâmedes até 1950 todos eram primos e primas...
Com relação à foto , são por ordem, da esq, para a dt:
1. Mário dos Santos Frota (de chapéu, à esquerda), nscido em Moçâmedes, era um dos 12
filhos da vasta prole de Manuel Fernandes Frota e de Carolina dos
Santos Frota, ou seja tinha como irmãos: o Manuel, o José, o Miguel, a
Ilda, a Felicidade, a Silvéria, o Serafim,o Henrique, o José (Zeca), a
Maria da Conceição (que faleceu muito jovem) e o Álvaro.
2. A seguir vestido de branco , outro dos irmãos Frota? Para saber
mais sobre esta família: ver in Memórias e Raizes
3. Junto da porta, Maria Laura (filha de Júlia. a parteira da época).
Do grupo da dt. fazem parte, da esq. para a dt:
4. Idalinda Ferreira, natural de Lisboa (de vestido branco no centro da foto). Era casada com Álvaro Ferreira, este, irmão das trigémeas Beatriz (minha avó materna, casada com meu avô João Nunes de Almeida), Mª Baptista (casada com Nunes) e Lucinda (casada com Trindade), e ainda de Agostinho (o primogénito solteirão) , Júlia (casada com Gomes do Armazém) , Maria do Carmo (casada com José Bauleth)*, todos filhos e filhas dos meus bisavós Agostinho e de Catarina Ferreira . Para mais informações sobre esta familia: ver Mossãmedes do Antigamente
5. Albano Bauleth com Maria Etelvina Ferreira ao colo. Albano era irmão de Alice Marta Bauleth de Almeida, de Maria do Carmo Bauleth de Almeida, e de António Bauleth. Era neto de Maria do Carmo Ferreira e de José Bauleth, bisneto maaterno de de Catharina Ferreira e Agostino Ferreira.
6. Maria Etelvina Ferreira ao colo de Albano Bauleth. Etelvina é filha de Idalinda Ferreira e de Álvaro Ferreira , é neta paterna de Catharina Ferreira e Agostinho Ferreira. Nasceu em Moçâmedes em...? Casou com Arnaldo Nunes de Almeida, seu primo, filho de de Beatriz Ferreira de Almeida, uma irmã de seu pai, e de João Nunes de Almeida. Era irmã da Maria Lizete, Era mãe da Maria Reginalda , so Rui e da Paula. Tinha um enteado, o Ângelo Nunes Almeida filho deseu marido, Arnaldo de um 1º casamento.
7. Alice Marta Bauleth Almeida (na foto vestida de escuro, à direita, com a filha Mª do Carmo à frente, era casada com Armindo Bruno de Almeida (que se vê um pouco atrás, vestido de branco, à direita), filha
de Maria do Carmo Ferreira e de José Bauleth, neta materna de Catharina
Ferreira e Agostinho Ferreira (meus bisavos paternos) , era irmã de
Maria do Carmo (Carminha Bauleth, que casou com Mário Almeida e não deixaram descendência), de
Soledade Bauleth ( que casou com José Duarte, pais da Fátima Duarte), e de António Bauleth
(que casou com Celmira e foram pais do José Pedro, do Eloi e do Nono, avós da Riquita, Miss Portugal 1971).
8. Armindo Bruno Almeida, no canto dt., era casado com Alice Marta Bauleth de Almeida, era filho de Maria de Jesus Frota Almeida (irmã da minha avó materna Maria da Conceição) e de António dos Santos Almeida (irmão do meu avô paterno, João Nunes Almeida). Nasceu em Moçâmedes no seio de uma familia alargada, tinha vários irmãos:
1. Leontina Almeida, nascida em Olhão, casou com Seixal,
2, Isaura Almeida, nascida em Olhãao, casou com Andrade e foi viver para Benguela.
3. José dos Reis Almeida, o 1º a nascer em terras de Porto Alexandre, no dia dos
Reis, ainda a bordo do do palhabote em que viajavam seus pais e irmãs, por isso ficou a
chamar-se José dos REIS Almeida. Casou
com Rosário Lopes.
4. Artur de
Almeida nasceu em Moçâmedes (casou com Alice (Abreu?) ,
5. Mário Almeida Nasceu em Moçâmedes (casou com Maria do Carmo Bauleth),
6. Eduardo Almeida Nawsceu em Moçâmedes (faleceu solteiro?)
7. Fernando de
Almeida Nasceu em Moçâmedes (casou com Conceição/Sanita),
8. João de Almeida Nasceu em Moçamedes (pai da Magnólia?).
9. Maria do Carmo Nasceu em Moçâmedes (nunca casou) .
Todos netos maternos de Ana da Piedade
Frota e José Martins/Gaivota, (meus bisavós maternos), e netos
paternos de Fernando dos Santos Almeida e de Maria dos Prazeres, (meus
bisavós paternos).
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Os pioneiros das familias Frota, os Ferreira e os Almeida aqui representados na foto, foram famílias oriundas de Olhão (Algarve) que
se estabeleceram em Moçâmedes, em Porto Alexandre, até Baía dos Tigres, a partir de finais do
século
XIX, portanto nos tempos da "corrida a Africa" das nações europeias industrializadas, a seguir à Conferência de Berlim (1884-5) e ao Ultimato Inglês (1890), em que Portugal havia apresentado às nações europeias o
Mapa Cor de Rosa, a chamar para si o território entre
Angola e Moçambique, facto que caiu como uma bomba entre os inglêses,
chegando a uma verdadeira declaração de guerra a Portugal,
que obrigou o país a recuar, sendo a humilhação sentida pelo recuo das pretenões territoriais portuguesas de tal sorte entre o povo luso, acirrado pela propaganda republicana que levantou-se em um movimento social e
político de exaltação patriótica e de contestação da Monarquia que em 1910 levaria à sua queda, e à implantação da 1ª República.
Portugal
havia intensificado a
realização de viagens exploratórias e operações militares, visando a
conquista dos territórios entre Angola e Moçambique, com base no plano
do Mapa Cor-de-Rosa”, por essa altura, a Alemanha e a França tinham se
comprometido a não intervir
naquela área, mas o Reino Unido opõe-se ao projeto, pois pretendia levar
por cabo submarino uma ligação ferroviária entre a África do Sul e o
Cairo. No auge da contestação no Parlamento em Lisboa exigia-se o corte de relações com a Inglaterra, atacava-se o Rei de subserviência aos interesses da Inglaterra, os ingleses tornaram-se alvo
de perseguição, com a imprensa a incentivar o ódio , nas lojas de Lisboa não se vendia a ingleses, nos alfaiates não se
costuravam figurinos ingleses; nas docas, não se descarregavam barcos
ingleses, nos hotéis, não havia quartos para ingleses. E Alfredo Keil e Henrique Lopes de Mendonça, em 1890 compõem
A Portuguesa, um manifesto de nacionalismo e resistência aos britânicos :"Contra os bretões, marchar, marchar!", mais tarde adotado como Hino Nacional após a
Revolução Republicana de 5 de Outubro de 1910.
A crise do Ultimato
terminaria em 1891, com a ratificação pelo Parlamento de
um tratado anglo-luso, mas marcaria o final do regime monárquico em
Portugal e a emergência do movimento republicano.
O Portugal metropolitano depois de séculos e séculos de
permanência em África, sem colonizar, cujos interesses estavam voltados para o Brasil,
de onde fluiam os proventos para a Corte perdulária, esquecida dos
seus cidadão, era em finais do sec xix, 70 anos após a independência do
Brasil, um
país pobre e atrasado com relação
à Europa, onde tudo estava por fazer, que apesar dos esforços na área da escolarização, limitada ao ler escrever e contar, arcava ainda , em finais do sec xix, com uma taxa de analfabetismo de 85%.
Após 3 séculos tendo à frente uma nobreza gozando dos privilégios de um
país imperial , Portugal era um país rural, sem industria, com o comércio em crise, onde quase tudo estava por fazer. Perante tais circunstâncias,só as gentes mais
acomodadas não partiam para outras paragens em busca de uma vida melhor,
fossem terras estrangeiras ou portuguesas, do aquém e além mar. Apesar
dos projectos de
criar um novo Império colonial em Africa, os passos que iam sendo dados
eram ainda vacilantes e no Parlamento português em finais do seculo xix,
vozes se erguiam contra a persistência em colonizar ,chegando mesmo alguns a
aconselhar a vendas das colónias para bem de Portugal metropolitano
definhante, enquanto outros defendiam a colonização como salvação da independência de Portugal.
Quanto ao cidadão comum , em finais do
século
XIX, era parco o conhecimento que na Metrópole tinham sobre a Àfrica e o
mundo de então tinha. Não admira dado o panorâma atrás descrito. Esse o contexto que levou muitos portugueses a migrar migrar
para o sul de Angola, zona que se encontrava em perigo face às ambições da Alemanha que ocupava
o Sudoeste Africano, e pretendia avançar para norte, ocupar o Distrito
de Moçâmedes e toda a faixa no mapa a sul e a leste de Benguela ao Cunene, etc, e lançar, a partir da Baía dos Tigres o projeto de um Transafricano alemão que ligasse as costas do Atlântico e do Indico, enquanto por seu lado a Inglaterra, a potência europeia mais
avançada da época e a mais industrializaada, pretendia um corredor que
ligasse o Cairo ao Cabo.
A Moçâmedes o olhanenses começaram a chegar em palhabotes à vela a partir de 1861. Não consta que lhes tivesse sido concedida alguma ajuda pelo governo português. Os pioneiros destas famílias partiram de Olhão rumo a Moçâmedes, a Porto Alexandre, à Baía dos Tigres, já em finais do sec xix, Viajaram de conta própria, como seus antecessores, em palhabotes, caiques à vela, igualmente sem qualquer ajuda. e no entanto à presença dos portugueses ali ficou muito a dever-se a integridade do território, porquantono contexto da Conferência de Berlim e partilha da Africa, em 1886 aprioridade na descoberta peerdera todo o valor em face da ocupação efectiva.
.
Os
nossos familiares deviam ter respondido aos apelos, quando, na
sequência da Conferência de Berlim (1884-5) e do
Ultimato inglês (1890), feitos pela propaganda oficial metropolitana,
exortando-os a fixarem-se em terras de Africa , essencialmente no Sul de
Angola , vazio de gentes lusas , de familias lusas, em perigo face às
ambições da Alemanha que ocupava
o Sudoeste Africano, e pretendia avançar para norte, ocupar o Distrito
de Moçâmedes, e lançar, a partir da Baía dos Tigres o Projeto de um transafricano alemão que ligasse a Baía dos Tigres, no Sul de Angola, a Lourenço Marques, e, Mocambique,, as costas do Atlântico e do Indico, enquanto os ingleses pretendiam um outro transafricano
que ligasse o Cabo ao Cairo. Por pouco a faixa do território angolano a
sul de Benguela alargada ao Cuando Cubando ia toda para os alemães do Sudoeste Africano, e Angola a
sul terminaria no mapa ali.
À presença
destas familias portuguesas nesta fase critica ali, se ficou a dever a
integridade actual do território angolano . Hoje não se pensa nisso quando se
usufrui de um enorme território de Cabinda ao Cunene. Claro que os
colonos estavam à margem de todas estas estratégias. A estratégia do
envio de familias foi a utilizada como garante da fixação. Até à
fundação de Moçâmedes por luso-brasileiros em meados do sec xix, a
fixação de portugueses nas
colónias de Africa não era garantida. Eram na generalidade homens sós,
incluindo degredados e aventureiros, em busca de fortuna fácil , que
depressa abandonavam a colónia.
MariaNJardim
Para terminar:
"Assim referiu in Mazungue, um dos netos de Alice Marta Bauleth de Almeida:
"...A minha Avó materna foi na barriga da mãe de Olhão para Moçâmedes num
barco à vela e a vapor, com roda lateral e semanas depois de aportarem a
Moçâmedes, ela nasce numa caverna das "Furnas", mais tarde mudando-se
com a familia para o "Platô" da Torre do Tombo. Ano - 1907 Nome - Bauleth sim...sim é
Tia-avó da Riquita. " Fim de citação. Penso que esta história não está bem contada, porquanto quem nasceu à chegada a Porto Alexandre onde primeiro a familia se fixou (não a Moçâmedes) foi José dos Reis Almeida, um dos filhos de Maria de Jesus e António dos Santos
Almeida, que viajaram de Olhão para Moçâmedes acompanhados das 2 filhas
que tinham então, a Julia e a Leontina. Os restantes filhos nasceram já em Angola, como foi o caso de Armindo Bruno Almeida que casou com Alice Marta Bauleth, os seus avós.
http://mossamedes-do-antigamente.blogspot.pt/2007/08/colonos-algarvios-em-mossamedes.html
http://mossamedes-do-antigamente.blogspot.pt/2007/08/colonos-algarvios-em-mossamedes.html
A este relato responderei que não habitaram
as furnas do morro da Torre do Tombo, nem o plateau onde ficavam as
cubatas dos africanos, estabeleceram-se os seus bisavós paternos maria de Jesus Frota e António dos Santos Almeida, primeiro em Porto Alexandre, depois em Moçâmedes, no Bairro da Torre da
Tombo (Bairro Feio). Sua avó materna Alice Marta, filha de Maria do Carmo Almeida e de José Bauleth não veio para Angola na "barriga da mãe" e alguem veio no chamado Bairro Feio Aquilo que sei
é que estiveram de inicio em Porto Alexandre,
Nota:
Pessoalmente
não tenho conhecimento de Alice Marta Bauleth de Almeida, sua avó materna (filha de
Maria do Carmo Ferreira e de José Bauleth) tenha vindo para Moçâmedes "na barriga se sua mãe" como seu neto afirma. Até porque Maria do Carmo Ferreira
Bauleth era filha da minha bisavó paterna Catharina Ferreira e do meu bisavô Agostinho, que quando se deslocaram do Bairro Alto em Lisboa, onde moravam para Moçâmedes, levaram consigo seu filho mais velho, Agostinho e as filhas Beatriz, Lucinda, Baptistas, as trigémeas , para além da Maria do Carmo, da Julia, sendo o Álvaro o único nascido em terras de Moçâmedes.
Que eu saiba (salvo prova em contrário) sua avó, Alice Marta Bauleth de Almeida era filha da Maria do Carmo Ferreira Bauleth e
de José Bauleth, neta dos meus bisavós paternos
Catharina e Agostinho Ferreira que moravam na Rua Santa Catarina ,
Bairro Alto, em Lisboa quando resolveram migrar para Moçâmedes, e penso que viajou solteira.
e viajou juntamente com sua mãe e irmãs: Beatriz (minha
avó paterna), Lucinda, Mª Baptista e Júlia. Iam ter com o marido e pai
Agostinho Ferreira que tinha partido algum tempo antes na companhia do
filho primogénito, Agostinho Ferreira Jr. E sei que numa primeira fase
fixaram-se em Porto Alexandre. Será que a Maria do Carmo viajou já
casada com José Bauleth e grávida? Existe de facto uma história do
género ligada à ida de familiares num palhabote, de Portimão para
Moçâmedes e ela aí vai:
Tenho conhecimento sim da odisseia de uma outra familiar, , mas esta ligada à familia de seu avô materno o marido de Alice Marta filha da Maria de Jesus Frota, uma irmã da minha avó materna que viajou para Moçâmedes, rumo a Porto Alexandre, . num palhabore à vela , na companhia de seu marido , António dos santos Almeida e filhas Leontin e ... e de outros olhanenses, ia grávida e foi já com Porto Alexandre à vista, que começou com dores de parto , e que,
encoberta pelas velas do palhabote, deu à luz seu filho José, ao qual
deu o nome
completo de José dos Reis Almeida, Reis por ter nascido em 6 de
Janeiro, no dia dos Rei
Mais tarde já em Moçâmedes nasceria o Armindo Bruno de Almeida como em terras de Porto Alexandre e de Moçâmedes nasceu o resto da sua alargada prole, Tornou-se uma familia das mais extensas da cidade naquele tempo
à Leontina e à, foi já juntaram-se, já em Angola, que se junto â prole de filhos o José dos Reis e Almeida,
(casou com Rosário Lopes), que nasceu no dia da chegada a Porto Alexandre, dia dos Reis, ainda a bordo do opalhabote em que viajavam . Por isso ficou a chamar-se José dos REIS Almeida, Outros irmãos eram o Artur de Almeida (casou com Alice (Abreu?) , o Mário das Neves Almeida (casou com Maria do Carmo Bauleth), o Eduardo Almeida (faleceu solteiro?), o Fernando de Almeida (casou com Conceição Sanita),e o João de Almeida (pai da Magnólia?). E ainda tinha 2 irmãs mais velhas que acompanharam os pais na viagem para Moçâmedes: a Isaura (que em Moçâmedes casou com Andrade), a Leontina (que em Moçâmedes casou com Seixal) e a M. do Carmo. Já em Angola nasceram os seus irmãos. Todos netos maternos de Ana da Piedade Frota e José Martins (Gaivota), meus bisavós maternos, e netos paternos de Fernando dos Santos Almeida e de Maria dos Prazeres, (meus bisavós paternos).
5 Alice Marta Bauleth (na foto vestida de escuro, mais à direita, com a filha Mª do Carmo (esta filha num 1º casamento casou com Bexiga e num segundo com Barbosa). Alice Marta era filha
de Maria do Carmo e de José Bauleth, neta materna de Catharina
Ferreira e Agostinho Ferreira, os meus bisavós paternos, e irmã de
Maria o Carmo (que casou com Mário Almeida), de
Soledade ( que casou com José Duarte Ver AQUI), e ainda de António Bauleth
(que casou com Celmira).
6. Armindo Bruno Almeida, marido de Alice Marta Bauleth de Almeida, era filho de Maria de Jesus (irmã da minha avó materna Maria da Conceição) e de António dos Santos Almeida (irmão do meu avô paterno, João Nunes Almeida).
Sua mãe, Maria de Jesus ia
grávida quando viajou num palhabote à vela runo a Porto Alexantre,
distrito de Moçâmedes, e foi com Porto Alexandre à vista que deu à luz
mais um filho, o 3º ao qual foi dado o nome de José dos Reis Almeida ( este mais tarde casou
com Rosário Lopes). E outros filhos se seguiram todos naturais de Angola, nasceu o Artur de
Almeida (casou com Alice (Abreu?), o Mário das Neves Almeida (casou
com Mªdo Carmo Bauleth Almeida/Carminha), o Eduardo Almeida (faleceu solteiro?), o Fernando de
Almeida (casou com Conceição/ Sanita),e o João de Almeida (casou com? e foi pai da
Magnólia?). Todos
netos maternos de Ana da Piedade
Frota e José Martins (Gaivota), meus bisavós maternos, e netos
paternos de Fernando dos Santos Almeida e de Maria dos Prazeres, (meus
bisavós paternos).
casou com Armindo Bruno de Almeida (que se vê um pouco atrás, vestido de branco, à direita).
(casou com Rosário Lopes), que nasceu no dia da chegada a Porto Alexandre, dia dos Reis, ainda a bordo do opalhabote em que viajavam . Por isso ficou a chamar-se José dos REIS Almeida, Outros irmãos eram o Artur de Almeida (casou com Alice (Abreu?) , o Mário das Neves Almeida (casou com Maria do Carmo Bauleth), o Eduardo Almeida (faleceu solteiro?), o Fernando de Almeida (casou com Conceição Sanita),e o João de Almeida (pai da Magnólia?). E ainda tinha 2 irmãs mais velhas que acompanharam os pais na viagem para Moçâmedes: a Isaura (que em Moçâmedes casou com Andrade), a Leontina (que em Moçâmedes casou com Seixal) e a M. do Carmo. Já em Angola nasceram os seus irmãos. Todos netos maternos de Ana da Piedade Frota e José Martins (Gaivota), meus bisavós maternos, e netos paternos de Fernando dos Santos Almeida e de Maria dos Prazeres, (meus bisavós paternos).
casou com Armindo Bruno de Almeida (que se vê um pouco atrás, vestido de branco, à direita).
filhos, de entre os quais Armindo Bruno Almeida que casou com Alice Marta Bauleth de Almeida que foram os pais da Maria do Carmo, do Roberto, do Rui, da Eduarda ( esta a sua mãe juntamente com Martins Pereira (John) .
'
Esta
é mais uma história de vida a acrescentar a tantas outras que se
desenrolaram entre portugueses e seus descendentes que um dia resolveram
procurar uma vida diferente em terras de África. Deixo aqui para que
não se perca este precioso relato descrito por Mário Lopes, casado com
uma neta de Rosário e de José, a quem se agradece, e que poderá
eventualmente interessar aos familiares descendentes.
http://mossamedes-do-antigamente.blogspot.pt/2007/08/colonos-algarvios-em-mossamedes.html

alo eu sou Alice Marta Bauleth D'Almeida Filha de Roberto Bauleth D'almeida e neta de Alice Marta Bauleth D'Almeida,e muito bom saber das nossas raizes,
ResponderEliminarObrigada por nos ter visitado. Cumprimentos.
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